Pesquisador da USP ganha prêmio da Academia Mundial de Ciências

Thiago Mattar Cunha – Foto: Thais Cardoso

TWAS-LACREP Young Scientists Prize é reconhecimento a quem trouxe contribuições significativas à ciência

O professor Thiago Mattar Cunha da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e   pesquisador principal do Centro de Pesquisas em Doenças Inflamatórias (CRID) foi o vencedor do TWAS-LACREP Young Scientists Prize 2018. O prêmio é atribuído anualmente pela Academia Mundial de Ciências (The World Academy of Sciences) a jovens cientistas com menos de 40 anos que desenvolvem suas pesquisas na América Latina e Caribe.

O TWAS-LACREP Young Scientists Prize é um reconhecimento a pesquisadores de países em desenvolvimento que trouxeram grandes contribuições ao avanço da ciência, mensuradas em termos do número e do impacto de artigos científicos publicados em periódicos científicos internacionalmente reconhecidos. A premiação inclui um valor em dinheiro e um certificado.

A TWAS é uma academia global baseada em Trieste, na Itália, e trabalha pelo desenvolvimento sustentável por meio de pesquisa, educação, política e diplomacia em países em desenvolvimento. A sede do Escritório Regional da TWAS para a América Latina e o Caribe (TWAS-ROLAC) fica no Rio de Janeiro, junto à ABC.

Carreira

Thiago Mattar Cunha é graduado em Farmácia pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP com mestrado, doutorado e pós-doutorado em Farmacologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). É professor doutor da FMRP e membro da Academia Brasileira de Ciências e da Sociedade Brasileira de Farmacologia e Terapêutica Experimental e da Associação Internacional para Estudo da Dor. Consultor de revistas de circulação internacional tais como: British Journal of Pharmacology, Plos One, Journal Leukocyte Biology, Neurobiology of Disease entre outras. Tem experiência na área de Farmacologia, com ênfase em Farmacologia da Inflamação e da Dor, atuando principalmente nos seguintes temas: Mecanismos envolvidos na gênese da dor inflamatória e neuropática; Mecanismos moleculares envolvidos nos efeitos dos analgésicos; Papel de citocinas e leucócitos nas lesões observadas em doenças inflamatórias.

Por: Thais Cardoso, Assessoria de Imprensa do IEA-RP

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