Física Médica da USP tem melhor tese de 2016

Pesquisas de doutorado em física aplicada à medicina e biologia da USP de Ribeirão Preto recebem prêmio da Sociedade Brasileira

Duas teses do Programa de Pós-Graduação em Física Aplicada à Medicina e Biologia (FAMB), da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, recebem prêmio de melhores do ano de 2016 da Sociedade Brasileira de Física (SBF) na área de Física Médica.

“Excitação multifrequencial e aspectos de segurança para sonotrombólise transcraniana”, defendida em janeiro de 2016 por Hermes Arytto Salles Kamimura, com orientação do professor Antonio Adilton Oliveira Carneiro, foi considerada a melhor tese. E “Luminescência Opticamente Estimulada em Condições de Ressonância Plasmônica”, defendida em abril de 2015 por Éder José Guidelli orientado com orientação do professor Oswaldo Baffa Filho, ficou com a menção honrosa.

Ribeirão Preto e São Carlos foram as representantes da USP na premiação da SBF deste ano que, de acordo com o regulamento, escolhe entre as melhores teses de doutorado publicadas em 2015 e 2016. Além da USP, receberam prêmios as universidades Federal do ABC (UFABC), Federal do Ceará (UFC), Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Federal de Goiás (UFG); Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Observatório Nacional do Rio de Janeiro. Não foram premiadas teses nas comissões de Física Biológica, Física na Empresa, Física Matemática e Física de Plasma.

Excelência e padrão internacional em física

O prêmio de Tese de Doutorado da SBF foi criado para estimular trabalhos de excelência e padrão internacional nas diferentes áreas da Física. As teses devem ter sido apresentadas e aprovadas em programas de pós-graduação em Física, Ensino de Física ou áreas afins reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

As teses premiadas nas comissões de área estão agora concorrendo para o grande Prêmio Professor José Leite Lopes de melhor Tese de Doutorado. O vencedor será divulgado em outubro.

Por: Vitória Junqueira

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