Sociedade Brasileira de Ciências Forenses tem novo presidente

O professor Jesus Antonio Velho, do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) foi eleito, em junho, o novo presidente da Sociedade Brasileira de Ciências Forenses (SBCF) para o biênio 2015/2016. O professor Jesus substitui o professor Bruno Spinosa de Martinis, também da FFCLRP, que atuou no biênio 2014/2015.

O professor Jesus é graduado em Farmácia Bioquímica pela Universidade de Estadual de Londrina (UEL) e doutor em Fisiopatologia Médica pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Além de professor, Jesus Antonio é Perito Criminal do Departamento de Polícia Federal e editor de área da Revista Brasileira de Criminalística.

Entre as propostas apresentadas pelo novo presidente para a próxima gestão estão: Criar representações da SBCF por região (Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-oeste), com mandato igual da diretoria, facilitando a expansão e atuação regional da Sociedade; Estimular a interação da instituição com sociedades internacionais e nacionais com objetivos similares, estreitando parcerias; Criar comissões de estudos específicas para o desenvolvimento das diversas áreas das Ciências Forenses no Brasil; Criar um programa para levar conhecimentos de Ciências Forenses aos alunos de ensino médio interessados na área, uma espécie de “SBCF júnior”.

Para a vice-presidência da SBCF foi eleito o professor Marcelo Firmino de Oliveira, também do Departamento de Química da FFCLRP que atua principalmente nos temas, química forense, eletrodos quimicamente modificados e biodiesel.

SBCF

A Sociedade brasileira de Ciências Forenses foi fundada em 20 de março de 2013, por professores do Departamento de Química FFCLRP. É uma associação sem fins econômicos, e tem como objetivo promover pesquisas e ensino em Ciências Forenses, estimular o contato entre os profissionais da área e gerar o progresso das Ciências Forense no Brasil. Com o crescimento dos cursos de graduação e pós-graduação na área forense, organizações como a SBCF também o papel de instruir os profissionais para a produção de materiais sólidos que colaborem com a justiça no Brasil.

Por: Crislaine Messias

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